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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

P. CURZIO NITOGLIA: O PRÍNCIPE CRISTÃO CONTRA O PRÍNCIPE DE MAQUIÁVEL

 

 

PADRE CURZIO NITOGLIATradução de Gederson Falcometa

20 abril 2010

http://www.doncurzionitoglia.com/Principe_Cristiano_Vs_Principe_Machiavelli.htm

Introdução

Maquiável, depois de Dante e mais que Dante, nega a ordem política indicada por S. Tomás no De regimine principum. O Aquinate quis reunir a Sociedade a Deus, Maquiável queria uma política autônoma da moral e de Deus. O príncipe de Maquiável é o oposto per diametrum ao príncipe de S. Tomás, e produzirá a separação entre política e ética, entre Estado e Igreja. Se para S. Tomás a sociedade deve ser ordenada a Deus por aqueles que governam para Maquiável o que conta não é o fim último, mas o interesse egoísta do príncipe. Segundo Maquiável, seguido por Nietzche e os neo-pagãos, o cristianismo fez os romanos covardes e vis, fazendo o Império entrar em colapso; será tarefa de Ribadeneyra, Belarmino e Vieira, refutá-los e demonstrar que os cristãos, naquilo que diz respeito a sua vida privada, precisam ser humildes e mansos; mas quando é preciso defender a fé e a pátria tornam-se corajosíssimos, e a história do I século d.C. até o século XX amplamente o demonstra. Maquiável – como já vimos – é cínico, ímpio, acristão, pagão; para ele a religião pode ser boa somente se serve os interesses do príncipe “volpe e leão”; os três jesuítas que citei mostram que a política, como ética social, é toda contrária daquela maquiavélica, que então é a moderna e a atual, com todos os maus exemplos que temos debaixo dos olhos, a nível político e também eclesial.

 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

DON CURZIO NITOGLIA: CONCILIARISMO E GALICANISMO

File:Richental Konzilssitzung Muenster.jpg



DON  CURZIO  NITOGLIA
[Tradução: Gederson Falcometa]
31 marzo 2010





Concílio de Constança

Roma é o ultimo refúgio daqueles que erraram e se arrependeram
contra a dureza daqueles que pensam não ter nunca errado”.

O Conciliarismo
·        É um erro eclesiológico, segundo o qual o Concílio Ecumênico [1] é superior ao Papa. A origem remota deste se encontra no princípio jurídico contido no Decreto de Graciano, (dist. XL, c.6) do Século IV, segundo o qual o Papa pode ser julgado por um Concílio Ecumênico “imperfeito” (sine Papaem caso de heresia.

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