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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

STEFANO FONTANA: DIETRICH BONHOEFFER E O CANCELAMENTO DA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA

 

Dietrich Bonhoeffer
Dietrich Bonhoeffer


Stefano Fontana
La Nuova Bussola Quotidiana
Tradução: Gederson Falcometa

Como é bem sabido, a teologia protestante influiu muitíssimo sobre a católica em toda a segunda metade do século passado. Tal influência criou não poucas dificuldades para a Doutrina Social da Igreja que necessita da “continuidade” entre natural e sobrenatural que o luteranismo ao invés nega. Se pode sustentar que todas as principais formas de negação da própria possibilidade da Doutrina social da Igreja por parte dos teólogos católicos se ressintam no fundo desta influência protestante.

terça-feira, 21 de abril de 2020

DON ENNIO INNOCENTI: O FUNDAMENTALISMO




Don Ennio Innocenti
Sacra Fraternitas Aurigarum Urbis
Tradução: Gederson Falcometa

Esta palavra refere-se ao fundamento e tem uma aplicação muito variada por analogia. Mas o final em ismo indica que é uma ideologia que exalta fanaticamente o fundamento. Este último pode ser justo, mas se é usado por fanáticos então nem mesmo o fundamento pode justificar certas ações.

Todavia a polêmica contra o fundamentalismo é suspeita, porque não é apreciada a coerência, a lógica dedução daquilo que é fundamental.

Desde quando a filosofia moderna ensinou que nós não conhecemos a realidade, mas só o produto da nossa fantasia e da nossa mente, não se quer falar mais nem mesmo de verdade e quem quer afirmar a verdade se torna inimigo da democracia que é toda fundada sobre opiniões mutáveis.

O católico que segue os princípios do catecismo se torna um fundamentalista, como o fanático que se explode.

A realidade é que sem fundamentos qualquer construção desmorona, como ensinou o próprio Jesus.


Don Ennio Innocenti

quinta-feira, 9 de abril de 2020

DON CURZIO NITOGLIA: ORWELL 1984 - CARDEAL NEWMAN E O LIBERALISMO.

MUNDIALISMO, BENSON, ORWELL
E O CARDEAL NEWMAN

ORWELL 1984 - CARDEAL NEWMAN E O LIBERALISMO

Don Curzio Nitoglia
Tradução: Gederson Falcometa


a) GEORGE ORWELL “1984”
Prologo
Em 1903 Eric Arthur Blair, verdadeiro nome de George Orwell, nasce em Bengala, onde o pai é funcionário estatal do Reino Unido. Em 1904 retorna a Inglaterra com a mãe. Em 1922 se alista na Polícia imperial indiana em Birmânia. Em 1936 se inscreve no Partido socialista inglês e parte voluntário para ajudar os “vermelhos” na guerra civil espanhola. Porém, ali é perseguido pelos comunistas stalinistas, porque ele é trotskista; em 1939 é expulso da Espanha como anárquico pelos “vermelhos” (e não por Franco). Em 1946 inicia a elaboração do seu ultimo romance “1984” que desejou intitular “O ultimo homem da Europa” [1]; o termina pouco antes de morrer em Londres em 21 de janeiro de 1950. A sua formação socialista idealista e utopista o acompanhou por toda a vida. O próprio estilo do romance  lhe ressente: não é muito brilhante, antes é comparável a periferia das grandes metrópoles hodiernas, falta esperança, é sombrio e angustiante. Todavia ele intuiu que a sociedade estava se encaminhando para uma homologação e homogeneização mundialista e globalizante, para ele cumprida, porém, pelo comunismo real soviético ou stalinista e não pelo liberalismo maçônico, como para Benson e Newman. O romance é interessante, mas falta a visão teológica da história; capta apenas a dimensão socioeconômica e o lado desumano e totalitário do comunismo absolutista soviético. Os traços que para Orwell caracterizam a sociedade mundialista do futuro “1984” (para Benson foi o “1989”) são o totalitarismo, a perda da memória histórica, a falsificação de todo traço histórico, a perda do contato com o real, a corrupção da linguagem através do barbarismo e neologismos de péssimo gosto, a anulação da identidade do indivíduo, que se perde na sociedade universal. Todavia permanece um ultimo homem livre, que, porém, será aniquilado sem alguma esperança (da qual como socialista o Autor estava totalmente privado) do poder anônimo da “nova ordem mundial” e da massificação totalitarista.

domingo, 5 de abril de 2020

DON CURZIO NITOGLIA: O SENHOR DO MUNDO, BENSON






MUNDIALISMO, BENSON, ORWELL
E O CARDEAL NEWMAN


O SENHOR DO MUNDO
1a parte


Don Curzio Nitoglia
Tradução: Gederson Falcometa



“Em muitos pontos, os hereges estão comigo, em  outros pontos não; mas por causa destes poucos pontos nos quais se separam de mim, a eles não serve de  nada  estar comigo em todo o resto”
(S. Aug., In Psal. 54, n. 19; PL 36, 641).

Prólogo


No artigo precedente tratei da Europa de Maastricht como tentativa de construir o “mundialismo”, a “globalização” e de instaurar a “Nova Ordem Mundial”, comentando o livro de Ida Magli, A ditadura europeia (Milão, Rizzoli, 2010). Agora vou resumir o que foi escrito por dois literatos ingleses em 1907 (Benson) e em 1948 (Orwell), e retomar um discurso publicado pelo L’Osservatore Romano em 14 de maio de 1879 sobre o liberalismo como principal inimigo do catolicismo, que foi feito em 13 de maio do mesmo ano pelo Card. John Henry Newman. Surpreendentes as suas intuições sobre aquilo que seria a sociedade liberal e globalizada, na qual tudo é lícito, exceto a verdade e o bem, na qual nos encontramos vivendo hoje, como demonstrado pelo livro de Ida Magli e pelos acontecimentos que se desenvolveram sob os nossos olhos.
(1a parte)
*
BENSON E “O SENHOR DO MUNDO”

 Robert Hugh Benson nasceu na Inglaterra em 1871 e morreu em 1914. Era o quarto filho do Arcebispo anglicano de Canterbury e se converte ao Catolicismo em 1903 aos 32 anos; no ano sucessivo foi ordenado sacerdote. Escreveu numerosos livros sobre a vida dos santos em caráter histórico-ascético para enquadrar e resolver a dicotomia entre protestantismo, mesmo o mais conservador como aquele anglicano, e o catolicismo romano. Os seus livros tem então, uma forte carga apologética e uma enérgica vis polemica (luta para estabelecer a verdade e refutar o erro) evitando toda confusão irênica (cessação de toda disputa voltada a busca da verdade sob a acusação de pacifismo). O livro do qual me ocupo no presente artigo (“O senhor do mundo”) foi escrito em 1907, o ano da condenação do modernismo com a Pascendi de São Pio X, e foi traduzido e publicado em italiano pela primeira vez em 1921 em Florença. Em 1987 graças ao interesse do Card. Giacomo Biffi foi reeditado pela Jaca Book de Milão com três edições (1997 e 2008) e dezesseis reimpressões. Benson, com um estilo verdadeiramente admirável, retoma o tema desenvolvido por São Pio X na sua primeira encíclica E supremi apostolatus cathedra de 1904, na qual o Papa Sarto observava que os males que circundam o mundo e a Igreja são de tal forma graves, que fazem pensar que o Anticristo esteja já presente nele.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

SALMO CONTRA O CORONAVÍRUS



Salmo 90


1 Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo,* que moras à sombra do Onipotente,
2 dize ao Senhor: “Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em quem eu confio”.
3 É ele quem te livrará do laço do caçador, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobrirá com suas plumas, sob suas asas encontrarás refúgio. Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
5 Tu não temerás os terrores noturnos, nem a flecha que voa à luz do dia,
6 nem a peste que se propaga nas trevas, nem o mal que grassa ao meio-dia.
7 Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita: tu não serás atingido.
8 Porém, verás com teus próprios olhos, contemplarás o castigo dos pecadores,
9 porque o Senhor é teu refúgio. Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
10 Nenhum mal te atingirá, nenhum flagelo chegará à tua tenda,
11 porque aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos.*
12 Eles te sustentarão em suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.*
13 Sobre serpente e víbora andarás, calcarás aos pés o leão e o dragão.
14 “Pois que se uniu a mim, eu o livrarei; e o protegerei, pois conhece o meu nome.
15 Quando me invocar, eu o atenderei; na tribulação estarei com ele. Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
16 Será favorecido de longos dias, e eu lhe mostrarei a minha salvação.”

quarta-feira, 1 de abril de 2020

SANTO TOMÁS DE AQUINO: MEU DEUS, NÃO TE ESQUEÇAS DE MIM - ORAÇÃO


Santo Tomás de Aquino
[Tradução: Gederson Falcometa]

Meu Deus, não te esqueças de mim,
quando eu me esqueço de ti.
Não me abandones, Senhor,
quando eu te abandono.
Não te distancies de mim,
quando eu me distancio de ti.
Chama-me se fujo de ti,
seduz-me se te resisto,
levanta-me se caio.
Doa-me, Senhor, Deus meu,
um coração vigilante,
que nenhum vão pensamento leve para longe de ti,
um coração reto
que nenhuma intenção perversa possa desviar,
um coração firme
que resista com coragem a toda adversidade,
um coração livre
que nenhuma paixão torpe possa vencer.
Concede me, te peço, uma vontade que te busque,
uma sabedoria que te encontre,
uma vida que lhe agrade,
uma perseverança que te espere com confiança,
e uma confiança que ao fim chegue a possuir-te.

S. THOMAS MORUS: ORAÇÃO DO BOM HUMOR


Santo Thomas Morus
Tradução: Gederson Falcometa

Senhor, dá-me uma boa digestão e também alguma coisa para digerir. Dá-me a saúde do corpo e o bom humor necessário para mantê-la. Dá-me, Senhor, uma alma simples que saiba fazer tesouro de tudo aquilo que é bom e não se assuste diante do mal, mas ao contrário encontre sempre o modo de colocar as coisas no lugar. Dá-me uma alma que não conheça o tédio, os resmungos, os suspiros, os lamentos e não permita que me crucifique excessivamente por aquela aquela coisa muito obstrutiva que se chama eu. Dá me, Senhor, o senso do bom humor. Concede me a graça de compreender uma brincadeira para descobrir na vida um pouco de alegria e também faze-la participe aos outros.

terça-feira, 31 de março de 2020

DON NICOLA BUX: O CASTIGO QUE NOS SALVA - PARTE I




Don Nicola Bux
Tradução: Gederson Falcometa
 
Limite

No agravar-se da crise da civilização ocidental, se ergue a grande interrogação: O que é o homem diante da presunção de superar o seu próprio limite, combinando as armas da ciência e do direito? Parece evidente que a pedra angular do discurso sobre o homem é o limite da sua liberdade. Um limite a não circunscrever o âmbito da fé, mas a buscar - segundo o convite de Pascal a viver “como se Deus existisse", relançado por Ratzinger aos não crentes - na verdade inscrita no coração de cada homem e nas leis imutáveis do direito natural. Defender a pessoa e a sua autêntica liberdade, é um imperativo categórico para qualquer um que tenha no coração a sorte do Ocidente e da humanidade (cfr C.Ruini-G.Quagliariello, Un’altra libertà. Contro i nuovi profeti del paradiso in terra, Rubbettino, Soveria Mannelli 2020, p.7-9).

Podemos ver esta epidemia como “um sinal dos tempos”, no sentido antes de tudo de uma advertência ao mundo: tantos abraços e tantas relações, mesmo contra a natureza, dos quais, agora, como uma pena de retaliação, precisamos nos abster. Desafiamos a lei natural e cometemos os “pecados que gritam ao céu por vingança”. Que dizer da infidelidade e da indiferença daqueles que vivem no ateísmo pratico e postulam a natureza emancipada de Deus! E depois adultérios, abortos e divórcios. Desprezamos os direito de Deus e colocamos no seu lugar os direitos do homem. O que há por trás disso? Me associo a conclusão da recente intervenção do Professor Stefano Fontana:

“Infelizmente a secularização nos habituou a pensar a cada nível como autônomo: a técnica autônoma da ciência, a ciência autônoma da política, a política autônoma da ética, a ética autônoma da religião... Cada degrau estaria apto a alcançar automaticamente os próprios fins, e sustentar o contrário será integralismo. Mas o Fim último não é como o último degrau de uma escada, a qual simplesmente é acrescentado aos precedentes, ao invés disso ele coincide com o Principio. Nenhum degrau intermediário pode se fazer sozinho: “Sem mim nada podeis fazer”.  (La messa è essenziale per il bene comune, La NBQ 09.03.2020).
 

[TOLKIENIANA] BOROMIR, O PECADOR RESGATADO




Di Isacco Tacconi
 Tradução: Gederson Falcometa
Gostaria de dedicar esta nova tratativa sobre personagens tolkienianos a uma figura a mim particularmente cara: Boromir de Gondor.

A “simpatia”, no sentido etimológico do termo de “com paixão” (do grego «syn – patìa»= sentir comum), que este personagem sempre me suscitou deriva da sua radical e dramática humanidade. Entre todos os personagens da Companhia que se oferecem para acompanhar Frodo nas suas missões “redentoras”, Boromir é, a meu ver, o mais “humano”. Não por acaso é o único verdadeiro representante do mundo dos homens. Não o mesmo para Aragorn que está, em certo sentido, acima do homem, é mais que um homem. Mas deixemos o discurso sobre o Herdeiro de Isildur para uma próxima tratação, melhor nos dedicarmos ao “homem” Boromir.

sexta-feira, 27 de março de 2020

CHESTERTON: O JOGO ENGANE O PROFETA


O Napoleão de Noting Hill

Chesterton

Livro I

Capítulo I

Observações introdutórias sobre a Arte da Profecia

A raça humana, a que muitos de meus leitores pertencem, diverte-se com jogos infantis desde o início dos tempos, e provavelmente vai fazê-lo até o fim, o que é um incômodo para as poucas pessoas crescidas. E um dos jogos prediletos é chamado deMantenha o amanhã misterioso, e que também é chamado (pelos camponeses em Shropshire, não tenho dúvida) Engane o Profeta. Os jogadores ouvem com muita atenção e respeito a tudo o que os homens inteligentes têm a dizer sobre o que deve acontecer na próxima geração. Os jogadores então esperam até que todos os homens inteligentes estejam mortos, e os enterram com respeito. Então, fazem alguma outra coisa. Isto é tudo. Para uma raça de gostos simples, no entanto, é muito divertido.
A humanidade, como uma criança, é teimosa e adora segredinhos. E desde o início do mundo nunca fez o que os sábios dizem ser inevitável. Eles apedrejaram os falsos profetas, diz-se, mas eles poderiam ter apedrejado os verdadeiros profetas com um prazer maior e mais justo. Individualmente, os homens podem apresentar uma aparência mais ou menos racional, comer, dormir, ou planejar algo. Mas a humanidade como um todo é mutável, mística, inconstante, deliciosa. Os homens são homens, mas o Homem é uma mulher.

terça-feira, 17 de março de 2020

STILUM CURIAE: POBRES PASTORES, QUE ESQUECERAM TOMAS MORUS...





Mon. ICS
Tradução: Gederson Falcometa



Caro Tosatti. Refletia sobre seu Stilum Curiae (La misa ha terminado. La escandalosa renuncia de los obispos) relacionado ao comportamento dos Bispos neste momento. Pobrezinhos, estão na obscuridade também eles. 

São eles que precisam de vós, católicos, filhos de Deus, fortes na fede.

No Evangelho de hoje o Senhor acusa os escribas e os fariseus porque se sentaram sobre a cátedra de Moisés, estão preocupados apenas de fazer bela figura e abandonaram quem foi a eles confiado, deixando-os “...como ovelhas sem pastor”.

Deveriam ser “sal e luz” para o povo a eles confiado, e ao invés deixaram o povo “sem sal e sem luz”. E eles mesmos estavam na obscuridade.

Difícil não pensar logo na situação que o seu Stilum Curiae, comenta.

Hoje os pastores parecem ter perdido “o espírito de serviço” de quem ama e segue o Senhor. Manifestamente adquiriram outros “espíritos de serviço”, para a atividade supostamente ética social, mas parecem ter esquecido o espírito de serviço necessário para se obter frutos sobrenaturais, aqueles que hoje produziriam as graças especiais necessárias.

Se diria que os pastores do rebanho de Cristo perderam a capacidade de fazer o bem espiritual. Pobres!

Estamos na Quaresma, entre pouco tempo comemoraremos a Paixão, morte e ressurreição do Senhor. Entre pouco tempo recordaremos que a Paixão de Cristo foi a salvação para toda a humanidade, e que o Senhor fez da dor um meio de redenção.

Entre pouco tempo devemos meditar que a mortificação e a penitência, a qual nos chama a Quaresma, tem como fim principal a co-redenção.

Se hoje os pastores, ao invés de não fazer celebrar as Santas Missas e privar dos Sacramentos, canais da Graça, ensinassem a valorizar como o “sacrifício coronavírus” serve para nos purificar e a reparar, quantas Graças não poderíamos alcançar!

Como poderia fazer crescer espiritualmente o rebanho se ensinassem a viver estes momentos exercitando as virtudes humanas e sobrenaturais, sobretudo a fé, a esperança, a caridade, a fortaleza, o otimismo cristão...

Ajudando o pobre rebanho a recuperar a perspectiva sobrenatural e com essa o influxo real da graça na própria vida.

Sexta-feira da V semana da Quaresma contemplaremos a oração de Jesus no Jardim do Getsêmani. Santo Tomás Morus, na prisão na tore de Londres a espera da sua execução, meditou e contemplou esta oração de Jesus, encontrando todas as forças para enfrentar o martírio.

Sugiro de lê-lo para encontrar conforto, coragem e otimismo neste momento. Escreve Santo Tomás Morus: “Tenha coragem... não importa o quanto te sintas amedrontado e assaltado pelo terror dos tormentos... tenha coragem, porque Eu também, que sou o vencedor do mundo, ao pensamento da minha amarga e dolorosa Paixão, me senti ainda mais cansado, triste, amedrontado e pleno de angústia íntima...”.
Coragem meus amigos.
Mons. ICS

segunda-feira, 16 de março de 2020

P. ROGER CALMEL: RECEITA PARA TEMPOS DE CRISE



Padre Roger Thomas Calmel
Tradução: Gederson Falcometa
Mais atual do que nunca é este texto do Padre Roger Thomas Calmel, um dos primeiros sacerdotes a ter pressentido e resistido a crise na Igreja que se difundia já rapidamente nos anos 60. Neste ele mostra as grandes linhas do comportamento do católico que deve buscar força na vida interior para não deixar-se transportar para a corrente dos erros e contribuir com a restauração da Igreja, restauração que deve começar na nossa alma.

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