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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O pecado original e as três concupiscências, por D. Curzio Nitoglia

Extraído do livro
Subversão e Restauração
Don Curzio Nitoglia
[Tradução: Gederson Falcometa]

Fruto do ‘pecado original’ são as ‘três Concupiscências’: orgulho, avareza e luxúria (I Jo, II,16). Destas três tendências más derivam e continuam a derivar todos os males dos homens, seja a nível individual ou a nível social.

Viver a própria vocação, por São Carlos Borromeo

Do Discurso dado por São Carlos Borromeo,
no ultimo Sínodo*
[Tradução: Gederson Falcometa]

Todos somos certamente fracos, o admito, mas o Senhor Deus coloca a nossa disposição meios tais que, se o quisermos, podemos fazer muito. Sem esses, porém, não será possível ter fé no empenho da própria vocação.

Façamos o caso de um sacerdote que decerto reconheça o dever de ser temperante, de ter dever dar exemplo dos costumes severos e santos, mas que depois recuse qualquer mortificação, jejum, orações, ame conversações e familiarizações pouco edificantes; como poderá ele estar a altura do seu ofício?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Intelecto e Vontade: Não separemos o que Deus uniu, por D. Curzio Nitoglia

Não separemos aquilo que Deus uniu

 

 

PADRE CURZIO NITOGLIA
[Tradução: Gederson Falcometa]

16 de abril de 2011
http://www.doncurzionitoglia.com/intelletto_volonta.htm

Natureza do intelecto e da vontade

A vontade espiritual ou apetite racional é a faculdade que tende ao bem conhecido pelo intelecto (“nihil volitum nisi praecognitum, nada é querido se antes não é conhecido”). Essa é realmente distinta do aspecto sensível ou sensibilidade (que se subdivide em concupiscível e irascível , S. Th., I, q. 80, a. 2)[1]. A vontade é uma tendência, um desejo ou um apetite racional, que segue o conhecimento intelectual e não aquela sensível e é especificada pelo objeto conhecido pelo intelecto e apresentado-lhe como bom, mesmo se em si não o é (bem aparente, mal real). Na verdade, o objeto da vontade é o bem mesmo só aparente e não pode ser o mal enquanto mal, porque isto seria contrário a natureza da vontade. Mas um objeto, antes de ‘ser bom’, deve ‘ser’ ou ‘existir’. Então, neste sentido a vontade depende da inteligência: o intelecto conhece o ser ou a natureza intima e verdadeira do seu objeto, enquanto a vontade tende ao ser bom ou apresentando-lhe como tal. Ora, ontologicamente o ser é anterior ao ser bom. Por isso em sentido absoluto o intelecto precede a vontade.

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