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domingo, 24 de fevereiro de 2013

O MESSIANISMO TERRENO

 

Da Apocalíptica ao Mundialismo hebraíco/sionista

Don Curzio Nitoglia

[Tradução: Gederson Falcometa]

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«Quem quer fazer Teologia não pode ignorar o problema hebraico e quem faz política non pode não recorrer a Teologia».

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Literatura apocalíptica

·         A Apocalíptica não é para ser confundida com o Apocalipse de São João, que «no século XVIII foi um dos maiores alvos da crítica anti-religiosa do iluminismo intelectualista». A Literatura Apocalíptica é o «complexo de escritos pseudônimos judaicos  surgidos entre o séc. II a. C. e o séc. II d. C. ». A Apocalíptica nasce no tempo em que o Helenismo pagão triunfa em Israel, que é oprimido e o Templo é profanado (168-164 a. C.). Então, depois do sucesso de Antíoco Epífanes (+ 164 a. C.), a conquista da Judeia por parte de Roma com Pompeu (63 a.c.) e a destruição do Templo com Tito (70 d.C) e da Judeia com Adriano (135 d.C.) se acende sempre mais a esperança do resgate nacional judaico  sob a guia dos “falsos profetas” preditos por Jesus. A Apocalíptica apócrifa, para reforçar este revanchismo nacionalista, se serve dos Profetas canônicos do Antigo Testamento e lhes enriquecem de predições imaginativas que descrevem o triunfo de Israel sobre Pagãos ou não hebreus (goyjim): «Israel será libertado e vingado, e, guiado por Jahweh e pelo seu Messias, se saciará na paz e na abundância; as 12 Tribos voltaram para imperar sobre os Gentios domados e pisados». A Apocalíptica apócrifa judaica tem um caráter eminentemente “esotérico” e é atribuída comumente aos Essênios. Monsenhor Antonino Romeo escreve que a matéria da Apocalíptica é ideológica, política e escatológica, essa trata « da vingança final divina sobre as forças do mal triunfantes atualmente; da vingança sobre os Gentios e da restauração gloriosa de Israel. […]. O Reino de Deus reveste geralmente o aspecto nacionalista-terreno: esmagante vingança de Israel, cumulado para sempre de prosperidade e de domínio». O reino de Israel ou do Messias, que coincide com a Nação judaica, “será deste mundo, […], e trará de volta o Éden aqui embaixo. Em tal concessão judaica, a pessoa humana conta bem pouco: Israel se torna realidade absoluta e transcendente, a redenção é coletiva em vez de individual, antes cósmica mais que antropológica. […]. O Messias é representado como um rei e um herói militante. […]. Jamais o Messias é vislumbrado como redentor espiritual, expiador dos pecados do mundo”. Em breve «o tema supremo aparecerá em função exclusiva da glorificação de Israel, a ‘fé’ é a impaciente espera pela ansiada vingança sobre os Gentios. A aspiração a união com Deus, o amor de Deus e do próximo estão completamente fora destes escritos Apocalípticos, que fomentam a paixão da vingança e do domínio mundial […]. Para os Gentios os Apocalípticos são implacáveis: toda compaixão por eles passaria por debilidade na fé. […]. Os ‘videntes’ da Apocalíptica enraivecem, com voluptuosidade feroz e ódio insaciável  Os “apocalipses” assumem um lugar decisivo na odiosa propaganda contra os Gentios; são armas de guerra […]; ao contrário do Evangelho (Mt. VI, 34), a religião Apocalíptica tem uma só preocupação e ânsia: o Futuro […] os Impérios dos Gentios se aniquilarão um após o outro até que o domínio universal não passe a Israel». Daí resulta «o particularismo judaico  condenado pelo Evangelho. O mais ambicioso nacionalismo encarece as suas pretensões. Os Gentios são mais desprezadas e odiados do que nunca: o fosso entre Israel e esses se transforma em um abismo». Segundo alguns exegetas (J. Klausner) a Apocalíptica “atua como um elo de ligação entre o Velho Testamento e o Talmude” e o “seu esoterismo se aproxima da Cabala (Romeo/Spadafora, cit.). Todavia, especifica Monsenhor Romeo, «a Apocalíptica falsificou o Velho Testamento e, abaixando o ideal messiânico dos Profetas, obstruiu as vias do Evangelho e preparou os Judeus para rejeitar Jesus. Apresentando um Messias que restaura em Israel a independência política e lhe procura o domínio universal, a Apocalíptica acentuou o particularismo nacionalista e impulsiona Israel a rebelião contra Cristo e contra Roma, e então ao desastre».

·         Monsenhor FRANCESCO SPADAFORA qualifica a Apocalíptica como «ódio atroz contra os Gentios, mórbida espera da revolução e da liberação futura de Israel. A Apocalíptica se deve a formação do mais aceso nacionalismo hebraico, que resultará na rebelião ao Império romano. Através dessa se explica a confiança cega dos Judeus  pela extraordinária vingança nacional vaticinada pelos ‘falsos profetas’».

 

·         O Abade GIUSEPPE RICCIOTTI escreve: «aos verdadeiros ‘Profetas’ do Antigo Testamento sucedem os falsos ‘videntes’ da Apocalíptica: os Rabinos, os Escribas e os Fariseus; mas a obra daqueles que não podiam substituir adequadamente aquela dos primeiros. […]. O Profeta, sob a ação do Espírito Santo, era uma “fonte de água viva” (Jer. II, 13), o escriba canalizava aquelas águas fazendo a confluir no lago da casuística. […]. Os Profetas tinham falado condicionadamente, e de modo particular tinham anunciado as grandes promessas de Deus ao povo de Israel em dependência da atitude futura deste. A Apocalíptica ao contrário não conhece condições; aquilo que foi vaticinado deve infalivelmente se tornar realidade».

Messianismo

·         Monsenhor FRANCESCO SPADAFORA escreve ainda: «o Messianismo é a doutrina sobre o Messias e o seu Reino ou Nova Aliança; […] esse constituí o ponto central de encontro (nas Profecias do Velho Testamento) e de oposição (na realização: Novo Testamento) entre o judaísmo e o cristianismo». Todo o Antigo Testamento é extensivo a Cristo e ao seu Reino. De fato, o Messias «será morto propriamente por Israel, que lhe resiste e despreza (Is. LIII, 8 s.), mas que espiará com um luto nacional o seu crime (Zc. XII, 8-13; Mt. XXIV, 30; Jo. XIX, 37)». O verdadeiro Messias, Jesus Cristo, é sobretudo Rei espiritual de todos os homens e não de uma só Nação e então não poderá ser odiado, combatido e condenado a morte pelos “falsos profetas” ou “videntes” da Apocalíptica que no ano 170 a.C. tinha começado a corromper a Fé do verdadeiro Israel em sentido milenarista, temporalista, mundialista e de dominação universal. Não é preciso esperar “os Protocolos dos Sábios de Sião” para conhecer os alvos de dominação de Israel infiel, basta ler os Profetas do Antigo Testamento cumprido pelo Novo e Eterno Testamento e corrompido pela Apocalíptica apócrifa dos Fariseus, Rabinos, Escribas e Essênios. Este é o drama de Israel: ter seguido na maior parte um falso conceito de Messias cósmico, militante e temporal (que é simplesmente um homem ou mesmo uma coletividade: o próprio Israel, “Senhor deste mundo”) e ter recusado, salvo “uma pequena relíquia”, o verdadeiro Messias, Salvador de todos os homens, o qual Império é universal, definitivo, espiritual e sobretudo estendido a vida após a morte, embora iniciado já neste mundo, ainda que imperfeitamente. A sua morte na Cruz é o Único Sacrifício perfeito e sem mancha (“oblatio munda”, Mal. I, 11), que hoje o falso Israel busca substituir com o holocausto ou catástrofe que sofreu a partir de Antíoco Epífanes  depois com Tito, então com a expulsão da Espanha e enfim durante a segunda guerra mundial (a assim dita “shoah”). Infelizmente «Os Judeus [Apocalípticos], apesar da paciente insistência do Redentor no retificar e corrigir os seus falsos preconceitos, permaneceram fatalmente fora da salvação (cfr. Mt. VIII, 1 s.) ». Certamente a Antiga Aliança, «concretizada no pacto do Sinai, é a única verdadeira religião, mas resultará em uma Aliança mais perfeita e definitiva, estendida a todas as gentes; Israel lhe será o veículo condutor; um descendente de Davi lhe será o realizador». Todavia «o período dos macabeus orientou os Judeus para uma interpretação errada do Messias, que se afirma na leitura apócrifa e rabínica. […]. A oposição entre a Revelação realizada por Cristo e a interpretação judaica dominante não poderia ser mais estridente; essa foi fatal para Israel, que permanece fora da salvação eterna. […]. Os israelitas tomaram idéias mitológicas [da Apocalíptica apócrifa] aplicando lhes a sua Nação: o assolamento cósmico arruinaria os pagãos, enquanto teria dado a Israel felicidade terrena definitiva».

 

·         Padre ALBERTO VACCARI explica que «o Messianismo é um conceito próprio das religiões hebraicas e cristãs, ponto central de compreensão e juntamente de oposição entre essas, de compreensão quanto as Profecias do Antigo Testamento, de oposição quanto a interpretação desse». Enquanto, para os Profetas do A.T. o Messias é uma pessoa, para os videntes da Apocalíptica apócrifa é uma coletividade e precisamente o povo de Israel, que conseguirá a prosperidade nacional, o predomínio sobre todas as outras Nações. Além disso, «um Messias morto e ressuscitado, um Messianismo que se tinha cumprido em Jesus Cristo, era a nova Fé que os Apóstolos deviam pregar a todo o mundo, começando pelos Judeus. Mas para estes um Messias crucificado era um ‘escândalo’, como para os Pagãos uma ‘loucura’ (I Cor 1,23). […]. A oposição, que tal pregação encontrou  na maior parte da não judaica tem sua primeira raiz no conceito diverso que se tinha formado do Messianismo […] enquanto o mundo romano aceitou o Messias repudiado pelos Judeus. […]. A primeira consequência da vinda do Messias consiste no retorno dos Hebreus, aumentados numericamente, a Palestina e a re-edificação de Jerusalém e do Templo».

Conclusão

Da Apocalíptica e da falsa concepção Messiânica seguem os diversos erros, que hoje atingiram o seu ápice e o domínio quase mundial, mas que é prelúdio da catástrofe universal:

·         1º) a “Reconquista nacional” de Israel é o Fim último da Apocalíptica e do Messianismo rabínico;

 

·         2º) os “falsos profetas” da Apocalíptica messianista temporal são as figuras de todos os “heresiarcas” que virão no curso dos tempos até o fim do mundo;

 

·         3º) o triunfo implacável e sem misericórdia de Israel sobre os não-Hebreus é parte integrante da Apocalíptica, que é o coração do Judaísmo rabínico talmúdico/cabalístico post-bíblico;

 

·         4º) o Império de Israel será mundial e despótico sobre os ‘não-Hebreus’ assemelhados a “bestas falantes”;

 

·         5º) o todo é condicionado por nacionalismo terreno exasperado que leva ao particularismo, ao culto da raça hebraica e então, ao desprezo dos gojim, ou seja, ao racismo mais radical;

 

·         6º) a Apocalíptica ou o Judaísmo rabínico pós-bíblico não acredita na outra vida, mas quer trazer o “céu” para terra e não a terra para o Céu: Israel é o “Rei deste mundo”;

 

·         7º) o sonho de restaurar o Éden para a terra que se encontra no curso da história nas várias heresias milenaristas, gnósticas, joaquimitas, socialistas, cientificistas, as quais tem – ao invés – feito da terra um “inferno”;

 

·         8º) Israel é uma realidade absoluta e transcendente, que toma o lugar de Deus, é em breve uma espécie de “pan-teísmo” em que “tudo” (“pan”) é “só” Israel (“judeu-teísmo”);

 

·         9º) o homem individual não conta nada: eis a via aberta ao totalitarismo ou ao coletivismo marxista;

 

·         10º) além disso a Apocalíptica do rabinismo judaico talmúdico é toda estendida para “o Futuro”, como no socialismo e isto explica a natureza essencialmente socialista do sionismo fundado sobre kibbutz, para o qual os teo/conservadores que querem ver no Estado de Israel o antemural do comunismo tomam “pirilampos por lanternas”;

 

·         11º) o Messias do judaísmo rabínico é um Messias militante e guerreiro, que assegurará a Israel a vitória e a vingança mais implacável sobre os gojim, ou seja, sobre os ‘não-Hebreus’, seja Gentios que Cristãos;

 

·         12º) o amor de Deus e do próximo propter Deum, que é a alma do Antigo e do Novo Testamento, estão totalmente ausentes na Apocalíptica messiânica do judaísmo pós-bíblico e vem substituído por seitas de domínio universal e imperialístico escravista, que nada tem haver com o são “ colonialismo” civilizador e missionário do Cristianismo;

 

·         13º) em breve a Apocalíptica é uma “arma de guerra” (A. Romeo), que nos está levando para a terceira guerra mundial. Na verdade, a história, que é a “mestra” menos escutada pelos homens, nos ensina que Apocalíptica desencadeou as revoltas judaicas contra Roma (63 d.C.) com a consequente reação desta última e a destruição do primeiro Templo de Jerusalém (70), depois da Judeia (135) e as várias “catástrofes” (em hebraico “shoah”) que se abateram sobre o povo hebraico (1492 expulsão da Espanha, 1933=45 “Leis raciais” anti-judaicas em quase toda Europa). A partir de 2011 se esta atravessando uma fase muito mais crítica que tem o risco de levar a catástrofe nuclear e mundial (v. Iraque, Afeganistão, Síria e Irã);

 

·         14º) o estudo da Apocalíptica desmistifica a lenda do Cristianismo anti-romano. De fato, Roma acolheu o Evangelho enquanto a Judeia se revoltou contra os Romanos e ela foi destruída, pelo qual não é o Cristianismo o inimigo de Roma, mas o judaísmo rabínico, como não foi Roma a perseguidora do Cristianismo, mas o judaísmo que se serviu de alguns personagens de Roma (v. Popeia e Nero) para desencadear as perseguições anti-cristãs;

 

·         15º) religiosamente a Apocalíptica é a melhor refutação do ecumenismo ou do diálogo judaico-cristão; na verdade, o Messianismo hebraico é o obstáculo invariável do Cristianismo e o judaísmo atual não tem nada haver com os Profetas do Antigo Testamento, mas refere-se ao Talmude e a Cabala;

 

·         16º) a “confiança cega” e fanática de Israel na vitória sobre os Gentios, fundada sobre “visões” da Apocalíptica, explica a cegueira do sionismo a querer hoje (como Bar Kobá a quis em 130 contra Roma) a todo custo uma guerra contra Síria e Irã, que é uma incógnita mesmo para Israel e os EUA;

 

·         17º) Os “Profetas” do Antigo Testamento, verdadeiras “fontes de água viva”, falaram da Aliança de Deus com o povo de Israel condicionada, ou seja, Deus escolhe Israel com a condição que este permaneça a Ele fiel, se ao invés, O trai Deus abandona Israel, enquanto os “falsos videntes” da Apocalíptica judaico-rabínica, verdadeiras “fontes rachadas”, lhe falam sem condições, portanto, mesmo se Israel abandona Deus, Ele jamais abandonará Israel. A doutrina católica aplica a Israel aquilo que ensina sobre as almas individuais: “Deus non deserit nisi prius deseratur”; apenas se é abandonado, Deus abandona a alma ou o povo que se é escolhido. Então, o “Velho Pacto” com Israel era condicionado e como Israel recusou o verdadeiro Messias, Jesus Cristo, Deus o abandonou e formou uma “Nova e Eterna Aliança” com todos os povos (Gentios e a “pequena relíquia” do verdadeiro Israel fiel a Moisés, aos Profetas e a Cristo-Deus). Para o qual “os dons de Deus são sem arrependimento” por parte de Deus, mas da parte do homem ou dos povos esses podem ser recusados e então Deus abandona quem O trai. Como se vê, esta paradoxal teoria da eleição incondicionada e absoluta de Israel foi retomada pelo Concílio Vaticano II no sentido da Apocalíptica rabínica e em ruptura com a Tradição Apostólica. Se pensa na concepção de “Messias cósmico” e não Salvador dos homens (Messianismo antropológico) própria da Apocalíptica rabínica e retomada por Teilhard de Chardin, o Pai da “Nova Teologia” do Concílio Vaticano II, com a teoria do “Cristo cósmico”;

 

·         18º) entre Cristianismo e judaísmo pós-bíblico existe um contraste que mais estridente não é possível imaginar: Jesus Messias e Redentor das almas de todos os homens é contrariado e odiado pela Apocalíptica rabínica, que quer um Messias guerreiro e temporal, o qual dá apenas a Israel o domínio sobre todo universo. Este contraste levou inevitavelmente o judaísmo rabínico a crucificar Jesus e tal ódio permanece entre o judaísmo hodierno e o Cristianismo, o qual não cessa de ser perseguido como o foram os Apóstolos, os primeiros cristãos e assim até o fim do mundo. A questão hebraica é, portanto, sobretudo teológica e não racista (v. Antônio Romeo, Francesco Spadafora, Giuseppe Ricciotti e Alberto Vaccari, eminentes exegetas e teólogos católicos, os quais nada tem haver com racismo biológico) e tem também consequências políticas, econômicas e étnicas. Então, quem quer fazer Teologia não pode ignorar o problema hebraico e quem faz política não pode não recorrer a Teologia;

 

·         19º) o sionismo e a conseguinte criação do Estado de Israel (1948) são a teoria e a colocação em prática atualizada no XX século da Apocalíptica hebraica, que vai do II século a.C. ao II século d.C.. Por isso abraçar o sionismo e reconhecer o Estado de Israel não é apenas uma questão política, mas sobretudo religiosa com consequências políticas.Implicitamente isto equivale a rejeitar Cristo como verdadeiro Messias e único Salvador de todos os homens e aceitar a Apocalíptica e o falso Messianismo temporal rabínico, que matou Jesus e perseguiu a Igreja;

 

·         20º) a questão da “shoah” apresentada pelo judaísmo Messiânico Apocalíptico como “Holocausto” não é uma simples questão histórica, mas tem uma valência teológica anticristã e anticristica, desde que quer substituir o Sacrifício de Cristo com aquele de Israel, nova “divindade” do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo e consequentemente tem uma valência geo-política que ajuda o Estado de Israel a conquistar um domínio universal o qual se esta fazendo sempre mais intrusivo e “onipresente” qual antecipação próxima do Reino do Anticristo final, precedido por vários “anticristos” iniciais.

Em um próximo artigo veremos as principais fontes e característica do Imperialismo hebraico talmúdico e o seu ódio racista e teológico para com os ‘não-Hebreus’ e especialmente para os Cristãos.

 

 

d. CURZIO NITOGLIA

 

4 de julho de 2012

http://www.doncurzionitoglia.com/apocalittica_messianismo_terreno.htm

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